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informes - ABONG

54203/03/2016 a 07/04/2016

Abong e Le Monde Diplomatique convidam para seminário "Organizar a resistência para defesa de direitos e bens comuns"

Evento reunirá organizações e movimentos para pensar utopias e caminhos para o futuro

 

Por Marcela Reis

 

No dia 15 de março, acontece o Seminário “Organizar a resistência para defesa de direitos e bens comuns”. Organizado pela Abong em parceria com o Le Monde Diplomatique Brasil, o evento antecede a Assembleia Geral da Abong, a ser realizada nos dias 16 e 17 de março.

 

Para Ivo Lesbaupin, diretor executivo da Abong, o Seminário é importante para organizar a resistência da sociedade civil na atual conjuntura política. Reunir lideranças de diversos movimentos sociais e Organizações da Sociedade Civil (OSCs) para pensar a resistência enquanto defensora de direitos. “A conjuntura é difícil. Temos de um lado a oposição de direita, que não assimilou a derrota eleitoral de 2014 e faz de tudo para tomar o poder fora das normas constitucionais. E do outro o governo, que praticamente faz política do adversário, só que sustenta um discurso de defesa dos direitos.”

 

Nalu Faria, coordenadora da Sempreviva Organização Feminista (SOF) e representante da Marcha Mundial das Mulheres, é uma das convidadas para a composição da primeira mesa do evento, intitulada “O futuro que buscamos, a nossa utopia”. Para ela, o objetivo do encontro é fazer uma reflexão coletiva com outros/as convidados/as e com as OSCs que militam no campo de defesa de direitos junto com a Abong. Pensar propostas, perspectivas e projetar ações concretas.

 

O segundo debate do dia, “Propostas e experiências de resistência na conjuntura atual”, reunirá representantes de diversos movimentos: Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo, Marcha das Mulheres Negras, Movimento Passe Livre e Rede de Justiça Ambiental.

 

Para Silvio Caccia Bava, diretor do Le Monde Diplomatique Brasil, a reunião de vários movimentos é importante para entender como eles se articulam entre si e se há uma rede que aumente essa capacidade para que as OSCs consigam participar também e fortalecer a luta.

“Nosso modelo atual de sociedade é baseado no individualismo e consumismo e só existe à custa dos negros, das mulheres, dos índios. Não oferece utopia e ela é importante para a visão crítica e para fazer mudanças”, afirma Nalu sobre a proposta do debate. Para ela, devemos inverter os paradigmas, romper com o atual modelo insuficiente para a conservação do meio ambiente e para as os direitos das pessoas e torná-lo suficiente e sustentável.

 

Questionado sobre o porquê de o Seminário anteceder a Assembleia, Ivo explica que “as associadas à Abong estarão no Seminário, então é uma boa oportunidade para pensar o próximo triênio e saber quais são as prioridades. Ajuda a Abong a refletir sobre seu papel de associação de OSCs e levantar os desafios.”

 

Acesse aqui mais informações sobre o evento.

 

Para participar, inscreva-se aqui.




 

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